domingo, 26 de julho de 2015

Deixa eu dizer o que penso dessa vida...

domingo, 7 de março de 2010

O problema resolvido.

Era aquele típico fim de final de semana. Todos eram obrigados a dormir cedo ou seriam obrigados a chegar atrasado no trabalho no dia seguinte. Mas não ela. Deitada na sua cama, virava de um lado para o outro. Pensou que era o frio e foi buscar outro cobertor. Mas continuava acordada e sem sono fitando o teto do quarto com os pensamentos a mil. Era tanta coisa que a deixava inquieta o bastante para sentar na cama. Tentou colocar os pensamentos no lugar. Existiam alguns berrando, ruídos, outros eram apenas leves sussurros. Não sabia por onde começar. Sua família prestes a se destruir. As besteiras que fizera durante a semana. Seus amigos se distanciando, ou seria ela que estava se distanciando dos seus amigos? Não importava, mas a impressão que ela tinha era que todos em volta dela se machucavam com algo que ela fazia ou falava. Sempre, mais e mais pessoas que ela amava estavam cada vez mais longe e ela não sabia o que fazer. Com uma mente ativa, sã ou não, ela falava aquilo que lhe convinha, aquilo que achava [por mais que fosse certo ou errado, ao ver dela ou não] e só depois de dito que se dava conta do que havia feito, tarde de mais, mais uma pessoa querida distante. Descobriu então de que todos seus problemas se resumiam na sua sinceridade, na sua mania de falar o que queria, quando queria, como queria. Depois disso teve uma brilhante ideia. Levantou-se e pegou um caderno na sua mochila. A partir daquele momento iria escrever tudo o que sua mente fértil, pervertida, perversa, irónica, sádica, apaixonada, rebelde, filosófica e intrigante pensava, entre outras coisas. Falaria apenas quando alguém lhe pedisse.
Anos depois ficou muda por falta de uso da sua voz.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Um Fato Interessante

Senti algo estranho...
Um sentimento diferente de todos os que jah tive.
Fiquei confusa, parecia nem ser mais eu mesma.
Por que será que isso acontece com a gente?
Hoje em dia, somos pressionados de todas as maneiras possíveis. Temos que lutar contra td... contra todos...
E como devemos agir?
Ou usamos a lógica ou vamos para o lado do coração.
São certas mudanças que ocorrem na vida da gente e n tem hora nem dia marcados: mudamos e pronto.
Uma certa fase de transição pela qual passamos e q nos deixa atordoados.
Estranho, maravilhoso, interessante...
A adolescencia não deixa de ser uma fase interessante.
Um fato interessante!
Ela se manifesta atraves dos mais confusos sentimentos.
Ela nos testa e confunde.
E, subitamente se vai, assim como chegou.
E nós q saimos dela, ficamos assim, confusos, atordoados, estranhos, interessantes...

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Nada pra fazer.....



Uma tarde sem trabalho... musica... papel... caneta... e uma pessoa apaixonada e cheia de duvidas?
resultado: um papel com um coração cheio de coisa escritas sem nexo nenhum.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Ê Coelho velho de guerra!

Já dizia Paulo Coelho, que por um acaso nunca li nenhum dos seus livros:
Não existe nada de completamente errado no mundo, mesmo um relógio parado, consegue estar certo duas vezes por dia.
É... até se o relógio estiver atrazado ou adiantado, como é meu caso, sempre é meu caso. Meu caso é o seguinte. Eu erro sempre duas vezes por dia, mas segundo senhor Paulo Coelho, não sou tão completamente errada assim. E o pior! Ele diz:
Tudo que acontece uma vez poderá nunca mais acontecer, mas tudo o que acontece duas vezes, certamente acontecera uma terceira.
Significa que meu relogio ta estragado? Não era pra ser duas vezes por dia só? Pera ae senhor Coelho, você esta me confundindo e isso não é uma coisa boa.
Essa história de Relogio, Coelho, me lembrou pais das maravilhas... Que é de Lewis Carroll, que não tem nada a ver com o tal do Paulo Coelho, que a proposito, juro que um dia leio um livro seu, seu Coelho. Se preocupa não viu! =)

"Oh! minhas orelhas e minhas vibrissas, como está ficando tarde!" Dizia o coelinho branquiiinhoo... fofiiiinho...

Mas eu não me colocaria no lugar do coelho... não não... eu não dou a minima pro relógio.
Se foce pra escolher eu seria o gatinho risonho... aquele gato é mara!

“O senhor poderia me dizer, por favor, qual o caminho que devo tomar para sair daqui?” “Isso depende muito de para onde você quer ir”, respondeu o Gato. “Não me importo muito para onde...”, retrucou Alice. “Então não importa o caminho que você escolha”, disse o Gato. “...contanto que dê em algum lugar”, Alice completou. “Oh, você pode ter certeza que vai chegar”, disse o Gato, “se você caminhar bastante.”

Caminhar bastante... isso... caminhar me lembrou outro livrinho... o tal do magico do oz... Mágico de Oz! Isso! Como fui me lembrar disso? fácil... caminhada? estrada. estrada? estrada de tijolos amarelos. estrada de tijolos? Dorothy. Dorothy? " Sinto lhe dizer isso Dorothy, mas você não está mais no Kansas". ÉÉÉÉ... MAGICO DE OZ! Lembrei dos sapatinhos prateados que eu nunca usaria, tanto porque eu nunca conseguiria bater os dois saltos duas três vezes. Ja pensou no desastre? E outra, não se deve confiar em bruxas.

BRUXA! A Bruxa de Portobelo?
Ninguém acende uma lâmpada para escondê-la atrás da porta: o objetivo de luz é trazer mais luz à sua volta, abrir os olhos, mostrar as maravilhas ao redor.Ninguém oferece em sacrifício a coisa mais importante que possui: o amor. Ninguém entrega seus sonhos nas mãos daqueles que podem destruí-lo.
É voltamos para nosso querido mestre mago Paulo Coelho... Branquiiinhoo... fofiiinho... Tah, fofinho não... mas branquinho é algo que não se deve negar, né não?
TOOOOOOOOOOODA essa historia de coelhos me lembra que a pascoa tah chegando! Tem mais um monte de coisas sobre a pascoa que queria questionar, mas cou deixar pra quando a pascoa estiver mais perto...

Viajei nessa um poquinho, eu sei... mas também, problema é meu, o blog é meu. Ponto.
Beijos meus amores. Amanhã tem mais coisa pra ver aqui.
Ou não...

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Não faria nem por mim

Ela gritava dentro de mim, querendo sair e me enlouquecendo já fazia dias. Ela só calava quando eu fazia o que ela pedia. No começo eu me segurei. Não iria deixar que nada nem ninguém tomasse conta de mim! Mas era realmente irritante ouvir aquela voz berrando dentro de mim. Tentar abafar o som me trazia uma angustia maior. Era como um aviso "ou você me escuta e faz o que eu quero, ou eu vou fazer seu corpo tremer, suas pernas amolecerem, seu coração bater rápido, roer suas unhas tão bem manicuradas, descabelar seu cabelo bem escovado!". Era como se uma força maior tomasse conta de mim! Não era racional, mas deixei que ela no controle, quem sabe assim me deixava em paz. Quem ou o que era, eu não sei. O que eu sei é que ERA LOUCA!
Eu me vi dirigindo pela cidade no meio da noite numa chuva horrível! EU dirigindo? SOZINHA? Nunca! Medrosa pra dirigir igual eu? e péssima no volante. Mas não com ela. Com ela dirigir era a coisa mais fácil. Era mecânico. Dei voltas e voltas pelo centro da cidade. "O que você está procurando?" me perguntei. Eu gritei dentro da minha própria cabeça. AONDE VOCÊ ESTA INDO?? ME LEVE DE VOLTA!! Ela ria e erguia o som no máximo. Algum tempo depois ela estacionou o carro e aos poucos eu voltei pro controle do meu próprio corpo. A voz em minha cabeça calara.
Olhei assustada pra onde eu estava. Eu conhecia aquele lugar. Pessoas saindo de um prédio. Jovens. Mochilas nas costas, correndo da garoa chata que caia do céu. Fiquei ali me perguntando o porque de estar ali. Eu conhecia aquele lugar. Mas por que eu estava ali? Foi quando eu vi o motivo daquilo tudo. Fiquei apavorada! NÃO! não podiam me ver ali de jeito nenhum! Liguei o carro e sai dali o mais rápido possível, não tão rápido porque sem ela eu não passava dos 40km/h.
Cheguei em casa, guardei o carro e subi pro quarto. Banho gelado e rápido. Como diabos eu tinha parado lá? Sai do box, me sequei e olhei no espelho. Mas aquele rosto não era o meu rosto assustado. Era meu rosto, sim, mas com um sorriso debochado. Era ela.
- Quem é você? - perguntei sussurrando, desejando que ninguém me ouvisse falando sozinha.
- Você ainda não entendeu? Eu sou seus desejos. Você tem me reprimido muito nos últimos meses. Você queria vê-lo, eu dei um jeito nisso. Pare de reprimir aquilo que você quer, óbvio, seja responsável, mas não deixe as chances passarem, elas podem não voltar. - e depois de uma piscadinha meu rosto refletido no espelho voltou a ser o meu.
Pisquei umas três vezes seguidas. Fui me deita. Noite longa. Mas no fundo eu senti aquela loca colocando novas ideias, não tão difíceis de aceitar. "Amanhã" eu pensei pra ela me ouvir. "Amanhã a gente faz isso". Senti um sorriso de satisfação dentro da minha cabeça, e nós adormecemos.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Confinada.

Olhando em volta, eu sei o que eu quero...
...
...mas eu descobri que esperar é mais dificil do que nunca ir embora.