domingo, 7 de março de 2010
O problema resolvido.
segunda-feira, 1 de março de 2010
Um Fato Interessante
Um sentimento diferente de todos os que jah tive.
Fiquei confusa, parecia nem ser mais eu mesma.
Por que será que isso acontece com a gente?
Hoje em dia, somos pressionados de todas as maneiras possíveis. Temos que lutar contra td... contra todos...
E como devemos agir?
Ou usamos a lógica ou vamos para o lado do coração.
São certas mudanças que ocorrem na vida da gente e n tem hora nem dia marcados: mudamos e pronto.
Uma certa fase de transição pela qual passamos e q nos deixa atordoados.
Estranho, maravilhoso, interessante...
A adolescencia não deixa de ser uma fase interessante.
Um fato interessante!
Ela se manifesta atraves dos mais confusos sentimentos.
Ela nos testa e confunde.
E, subitamente se vai, assim como chegou.
E nós q saimos dela, ficamos assim, confusos, atordoados, estranhos, interessantes...
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Nada pra fazer.....
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Ê Coelho velho de guerra!
Não existe nada de completamente errado no mundo, mesmo um relógio parado, consegue estar certo duas vezes por dia.
É... até se o relógio estiver atrazado ou adiantado, como é meu caso, sempre é meu caso. Meu caso é o seguinte. Eu erro sempre duas vezes por dia, mas segundo senhor Paulo Coelho, não sou tão completamente errada assim. E o pior! Ele diz:
Tudo que acontece uma vez poderá nunca mais acontecer, mas tudo o que acontece duas vezes, certamente acontecera uma terceira.
Significa que meu relogio ta estragado? Não era pra ser duas vezes por dia só? Pera ae senhor Coelho, você esta me confundindo e isso não é uma coisa boa.
Essa história de Relogio, Coelho, me lembrou pais das maravilhas... Que é de Lewis Carroll, que não tem nada a ver com o tal do Paulo Coelho, que a proposito, juro que um dia leio um livro seu, seu Coelho. Se preocupa não viu! =)
"Oh! minhas orelhas e minhas vibrissas, como está ficando tarde!" Dizia o coelinho branquiiinhoo... fofiiiinho...
Mas eu não me colocaria no lugar do coelho... não não... eu não dou a minima pro relógio.
Se foce pra escolher eu seria o gatinho risonho... aquele gato é mara!
“O senhor poderia me dizer, por favor, qual o caminho que devo tomar para sair daqui?” “Isso depende muito de para onde você quer ir”, respondeu o Gato. “Não me importo muito para onde...”, retrucou Alice. “Então não importa o caminho que você escolha”, disse o Gato. “...contanto que dê em algum lugar”, Alice completou. “Oh, você pode ter certeza que vai chegar”, disse o Gato, “se você caminhar bastante.”
Caminhar bastante... isso... caminhar me lembrou outro livrinho... o tal do magico do oz... Mágico de Oz! Isso! Como fui me lembrar disso? fácil... caminhada? estrada. estrada? estrada de tijolos amarelos. estrada de tijolos? Dorothy. Dorothy? " Sinto lhe dizer isso Dorothy, mas você não está mais no Kansas". ÉÉÉÉ... MAGICO DE OZ! Lembrei dos sapatinhos prateados que eu nunca usaria, tanto porque eu nunca conseguiria bater os dois saltos duas três vezes. Ja pensou no desastre? E outra, não se deve confiar em bruxas.
BRUXA! A Bruxa de Portobelo?
Ninguém acende uma lâmpada para escondê-la atrás da porta: o objetivo de luz é trazer mais luz à sua volta, abrir os olhos, mostrar as maravilhas ao redor.Ninguém oferece em sacrifício a coisa mais importante que possui: o amor. Ninguém entrega seus sonhos nas mãos daqueles que podem destruí-lo.
É voltamos para nosso querido mestre mago Paulo Coelho... Branquiiinhoo... fofiiinho... Tah, fofinho não... mas branquinho é algo que não se deve negar, né não?
TOOOOOOOOOOODA essa historia de coelhos me lembra que a pascoa tah chegando! Tem mais um monte de coisas sobre a pascoa que queria questionar, mas cou deixar pra quando a pascoa estiver mais perto...
Viajei nessa um poquinho, eu sei... mas também, problema é meu, o blog é meu. Ponto.
Beijos meus amores. Amanhã tem mais coisa pra ver aqui.
Ou não...
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Não faria nem por mim
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Confinada.
Se eu pudesse...
Gostaria de não poder possuir o poder, de não possuir o direito de ser uma possuidora, de não possuir o azar de ter sorte, de não possuir a solidão da multidão, de não possuir a posição de um cão.
Gostaria de limitar o ilimitado limite, limitando o desconhecido; gstaria de desconhecer a perspectiva de um chão, de desconhecer a existencia de um vão.
Gostaria de sentir a ausencia de um sentido, ausencia de um setimento, de sentir a ausencia do chão.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Carta para um amigo
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Tom's Diner...
Estou esperando no balcão pelo homem para por o café. Ele encheu só até a metade e antes mesmo que eu reclamasse ele estava olhando para fora da janela para alguém que estava entrando. Fiz um muxoxo, mas ele não ouviu. Paciencia.
- É sempre um prazer te ver - Disse o homem atrás do balcão para a mulher que tinha entrado. Ela estava mexendo seu guarda-chuva a lá perua-oncinha. Eu olho para o outro lado enquanto eles estão se beijando seus "olás". Estou fingindo que não estou vendo e em vez disso eu ponho o leite no café. Eu abro o jornal, que estava jogado no balcão, enquanto tomo meu café. Cruzo as pernas numa posição confortavel e começo a olhar as manchetes... Tem uma história de um ator que tinha morrido, não era ninguém que eu tinha ouvido falar, não sou muito de tevê. Greve da policia civil... Um time qualquer que venceu o outro. Suspiro...
Estou virando para o horóscopo e procurando pelas histórias em quadrinhos quando eu senti alguém me observando. Então eu ergui a cabeça. Há uma mulher no lado de fora olhando para dentro. Será que ela me vê? Não, ela realmente não me vê. Porque ela vê seu próprio reflexo. Eu estou tentando não notar que ela está puxando sua saia para cima. Gente estranha... será que ela sabe que quem está aqui dentro pode ver? Percebi então que ela só está arrumando a meia. E enquanto ela está ajeitando sua meia seu cabelo está ficando úmido. Suspiro... "Essa chuva continuará pela manhã" penso. Enquanto eu estou ouvindo os sinos da catedral estou pensando na sua voz como era facil conversar com você. Penso no meu piquenique da meia noite pra mim mesma, que romantico. "É uma pena não ter atendido o telefone". Respiro fundo...
"Era uma vez..." Antes de a chuva recomeçar eu terminei meu café... Saio cantarolando. É hora de pegar o meu onibus.
"Tah tah tarah... tah tatarah..." ♫.♪.♫.♪....
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Será que o lado mais iluminado é assim tão bom?
E lá estava eu novamente, naquela sala que nunca tinha visto na vida. Escura. Não tinha uma unica fonte de luz. Nada... e lá eu ficava, até meus olhos se acostumarem com escuro. Muito escuro, mas ainda assim dava pra ter uma ideia da mobilia.
Apesar das estantes com seus livros, não parecia uma biblioteca. Não parecia um escritorio também, apesar da escrivaninha no canto. Nem ao menos um quarto, por mais que existice uma cama bem no meio da sala.
Estava quase na hora... a hora do desespero... eu sabia que estava por vir... mas hoje, hoje eu iria fazer diferente, sentei na cama e esperei. Lá estava a porta. Eu podia ver a luz que passava pela pequena fresta em baixo da porta. Luz. Luz! Podia ver sombras. Tinha alguem do outro lado da porta. Das outras vezes eu tentei abrir, mas hoje não valeria a pena, pois ela estava trancada e eu já sabia disso. Minutos depois os sons começaram a aparecer. Passos, carros, latidos, vozes. Nas outras vezes eu tentei gritar, até ficar rouca, mas não hoje pois eu sabia que ninguem iria me ouvir. O som ficava mais alto a cada minuto. Algo colidindo. Pessoas berrando. Os latidos viraram ganidos... era nessa hora que eu acordava. Mas hoje não, o pavor já não tomava conta de mim. Mas eu não sabia mais o que aconteceria apartir daquele ponto, e comecei a ficar com medo.
O barulho que vinha por de traz da porta ficava cada vez mais irritante, ensurdecedor. Musicas altas, com as letras mais xulas e pesadas possiveis. Até o ponto em que eu tive de tapar meu ouvido. Uma esplosão. A mobilia tremeu. Alguns livros cairam da estante. E então, o silencio. Mais nenhum barulho. Fiquei alguns segundos vespirando fundo, esperando pela proxima surpresa daquele sonho. E a porta se abriu... bem de vagar, num brilho tão magnifico que quase chegou a me cegar. Fui com os olhos semicerrados tatiando em direção a porta.
Foi quando meus olhos se acostumaram com a claridade que meu pavor veio a tona. Do lado de fora da porta o que eu vi foi aterrorizante. Pessoas mortas, outras se matando. Pessoas roubando, maltratando bixinhos indefesos. Eu vi matas que eram tão vastas virarem deserto. Eu vi o homem matando o outro homem porque um tinha uma tonalidade de pele diferente. Eu vi crianças vendendo o corpo para sobreviver. Eu vi as drogas. Eu vi os corruptos. Eu vi o homem matando a natureza como se ela o pertencece quando na verdade o homem é que faz parte da natureza. Eu vi a natureza se rebelar e inundar casas. Fiquei tão apavorada que aquele quarto atraz de mim era um conforto.
E foi ai que eu acordei. Levantei correndo e desliguei a luz. O escuro é muito mais confortavel. Eu gosto do escuro... agora é da luz que tenho medo.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Depois que tudo se alcamar, nós vamos rir disso aqui.
Dois futuros, duas almas gemeas... Era de mais pra qualquer um. E tão injusto que eu não fosse aquela que pagaria por isso. A dor de [1] parecia ter um preço alto demais. Encolhendo-me ao mensar nisso, Perguntei-me se eu teria vacilado se não tivece perdido [2] uma vez. Se não soubesse como era viver sem ele. Eu não tive certeza. Esse conhecimento era uma parte tão profunda de mim que nem conseguia imaginar como eu seria sem ele.
- Ele é uma droga pra você. - Sua voz ainda era gentil e nada crítica. - vejo que você não pode viver sem ele agora. É tarde demais. Mas eu teria sido mais saudável. Não uma droga; eu teria sido o ar, o sol.
O canto de minha boa parecia um meio sorriso tristonho.
- Antigamente eu pensava em você assim, sabia? Como o sol. Meu sol particular. Você compensava bem as nuvens para mim.
Ele suspirou.
- Com as nuvens eu posso lidar. Nas não posso lutar contra um eclipse.
Me diga... é familiar o bastante pra você?
='(
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
talking trash...
of the rotten ones
and i liked you for that...
of the rotten ones
and i liked you for that...
of the rotten ones
and i liked you for that...
bleeching your teeth
smile like a flash
talking trash under my window
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
sábado, 16 de janeiro de 2010
O que exatamente foi isso?
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Looking Up!
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
The One in The Friend Zone
Rachel: I've never had a relationship with that kind of passion. Where you have to have somebody even in a theme park.
Ross: It was the only thing to dothat didn't have a line.
Rachel: Barry wouldn't even kiss me on a miniature golf course.
Ross: -Come on.
Rachel: -No. He said we held up the people behind us.
Ross: You didn't marry him because...?
Rachel: Do you think there are people that go through life... never having that kind of...?
Ross: -Probably.
Rachel: -Really?
Ross: I'll tell you something. Passion is way overrated.
Rachel: -Yeah, right.
Ross: -lt is. Eventually, it kind of burns out. But hopefully what you're left with is trust and security and.... In my ex-wife's case, lesbianism. For those people who miss out
on that passion thing... there's other good stuff.
Rachel: -Okay.
Rachel Begins to stand...
Ross: -But I don't think that'll be you.
Rachel sit again.
Rachel: -You don't?
Ross: -See, I see... big passion in your future.
Rachel: -Really? You do?
Ross with a sily smile: -I do.
Rachel: Ross, you' re so great.
Rachel stand up, give Ross a mess's hair affectionately, and go to the bathroom.
Ross stand up, with that sily smile, all happy.
Joe, still playn with the candle says: It's never gonna happen.
Ross: -What?
Joe: -You and Rachel.
Ross: -What? Me and Ra? Aff.. wh? PF... Ha...
....
....
Ross: Why not?
Joe: You waited too long to make your move... and now you' re in the "friend zone. "
Ross: -l' m not in the zone.
Joe: -No, Ross. You' re mayor of the zone.

